quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Adeus, Amapá!

Belém, 29 de Julho de 2007



Eram mais de 9 horas quando o Eduardo me acordou. Fomos os últimos a levantar...todo mundo já tinha ido tomar café. Arrumamos as nossas malas, pegamos a Tatiane e fomos.

Ao chegar na igreja, a EBD já havia começado e não tinha mais café da manhã. Acabamos indo tomar café na "Casa do Pão de queijo". Comemos pão de queijo com morango ao leite e a Tatiane tomou abacaxi com hortelã.
Depois ,a Adiliane chegou e o "Quarteto Fantástico" estava completo novamente. Chamamos o Vítor, rachamos outro táxi e fomos ao marco Zero.

Foram momentos muito legais. Na verdade, eu preferi viver aquele momento do que ficar refletindo que era o último.

Voltamos para a igreja e almoçamos. E lá estava o meu feijãozinho preto que eu tanto queria( as irmãs só fizeram porque eu havia comentado ontem. Adoraram o sorriso no meu rosto).A proveitei para ir me depedindo do povo. Algus só sairão daqui de Macapá, amanhã. A turma de São Paulo: Mateus, galo, Geórgia, Priscila, Micheli, Carol, Taila... eu me despedi desse povo umas três vezes de cada um.

Fomos ao aeroporto e pegamos o mesmo vôo que a Luciene e a Lauriene. Nós quatro conversamos no saguão, já que houve um atrasozinho. Também estavam a Beth, a Gisele e a irª Leda (que chamou o povo pra Bolívia).

Tiramos fotos lá de cima da Floresta e do rio Amazonas. MInha câmera já está com a memória sobrecarregada, mas já acabou, mesmo...

Descemos do avião e nos despedimos da lauriene e da Luciene. elas vieram no mesmo avião que nós. Estavam indo pra Brasília e, em Belém, eu e o Eduardo tivemos que descer.

Tiramos uma foto com as duas e eu me despedi da Beth que estava lá atrás. A irª Leda desceu com a gente para fazer conexão para Fortaleza. No saguão do aeroporto, ainda estava a abençoada irª Elza.



O Jaílson mandou um táxi buscar a gente aqui no aeroporto de Belém. Quando chegamos no aprtamento dele, ele ainda estava saindo da praia e tivemos que esperar um pouco até ele chegar.

Ele chegou com os amigos, fez janta pra gente e gostamos muito. Definitivamente, não há tempero melhor que a fome.

O Jaílson saiu com o três amigos dele e eu aproveitei pra sair pra comprar cartão. Andei a beça, com medo por não conhecer o lugar Liguei pra minha mãe e pra Flávia pra avisar que (hoje eu consegui comprar minha passagem pelo telefone) chego quarta-feira.


Só não disse a minha mãe que vou pela TAM, senão, ela é capaz de ficar preocupada.

Agora, estou aqui com o Eduardo conversando sobre a TRANS. O projeto acabou ontem e já estamos saudosistas. Pensamos a mesma coisa: Nunca mais aquelas mesmas pessoas estarão reunidas novamente.

Isso nos entristece um bocado. O coquetel de emoções que sentimos está saindo do liquidificador. A ficha está começando a cair. Tantas alegrias e vitórias contrastando com a dor da distância, que inevitavelmente vai esfriar e diminuir vínculos.

O que quebrou o gelo foram as graças teatrais do Eduardo.Enquanto ouvíamos um CD de um grupo Adventista, ele imitava as caretas que os cantores costumam fazer.

Depois, o Jaílson chegou e ficou conversando com o Eduardo. Cara, eu não ouvi quase nada. Tentaram me incluir na conversa, mas eu só lembro de ter desmaiado.

Ps: O momento mais legal do dia foi depois do almoço: Eu, Eduardo, Adiliane e Tatiane votamos abraçados cantando na calçada: "Que bom te ter aqui comigo...andar, sorrir, fazer amigos...só á feliz quem tem amigos...foi muito bom te conhecer..."

A cartela de Paracetamol


Ananindeua, 30 de Julho de 2007
Eu e o Eduardo fomos à Lan house e eu passei boa parte do tempo adicionando o povo da TRANS no orkut.
Depois do almoço, saímos com o Jaílson e passamos a tarde toda com ele. Andamos pelo centro da cidade e ele pagou um sorvete de Cupuaçu pro Eduardo e um de Bacuri pra mim.
À noite, jantamos e eu fui dormir. Não estava me sentindo muito bem.
Usei o paracetamol que a Mônica me deu. ela me disse que eu iria precisar. Se não tivesse levado fé, teria ficado com febre.
Obrigado, Mônica. Por isso estou colocando a sua foto aqui em sua homenagem. Obrigado por ter partido a sua cartela de Paracetamol ao meio pra me dar. Passei a TRANS toda sem precisar, e antes de chegar no Rio, precisei. Valeu!