
Eram mais de 9 horas quando o Eduardo me acordou. Fomos os últimos a levantar...todo mundo já tinha ido tomar café. Arrumamos as nossas malas, pegamos a Tatiane e fomos.
Ao chegar na igreja, a EBD já havia começado e não tinha mais café da manhã. Acabamos indo tomar café na "Casa do Pão de queijo". Comemos pão de queijo com morango ao leite e a Tatiane tomou abacaxi com hortelã.
Depois ,a Adiliane chegou e o "Quarteto Fantástico" estava completo novamente. Chamamos o Vítor, rachamos outro táxi e fomos ao marco Zero.
Foram momentos muito legais. Na verdade, eu preferi viver aquele momento do que ficar refletindo que era o último.
Voltamos para a igreja e almoçamos. E lá estava o meu feijãozinho preto que eu tanto queria( as irmãs só fizeram porque eu havia comentado ontem. Adoraram o sorriso no meu rosto).A proveitei para ir me depedindo do povo. Algus só sairão daqui de Macapá, amanhã. A turma de São Paulo: Mateus, galo, Geórgia, Priscila, Micheli, Carol, Taila... eu me despedi desse povo umas três vezes de cada um.
Fomos ao aeroporto e pegamos o mesmo vôo que a Luciene e a Lauriene. Nós quatro conversamos no saguão, já que houve um atrasozinho. Também estavam a Beth, a Gisele e a irª Leda (que chamou o povo pra Bolívia).
Tiramos fotos lá de cima da Floresta e do rio Amazonas. MInha câmera já está com a memória sobrecarregada, mas já acabou, mesmo...
Descemos do avião e nos despedimos da lauriene e da Luciene. elas vieram no mesmo avião que nós. Estavam indo pra Brasília e, em Belém, eu e o Eduardo tivemos que descer.

O Jaílson mandou um táxi buscar a gente aqui no aeroporto de Belém. Quando chegamos no aprtamento dele, ele ainda estava saindo da praia e tivemos que esperar um pouco até ele chegar.
Ele chegou com os amigos, fez janta pra gente e gostamos muito. Definitivamente, não há tempero melhor que a fome.
O Jaílson saiu com o três amigos dele e eu aproveitei pra sair pra comprar cartão. Andei a beça, com medo por não conhecer o lugar Liguei pra minha mãe e pra Flávia pra avisar que (hoje eu consegui comprar minha passagem pelo telefone) chego quarta-feira.

Só não disse a minha mãe que vou pela TAM, senão, ela é capaz de ficar preocupada.
Agora, estou aqui com o Eduardo conversando sobre a TRANS. O projeto acabou ontem e já estamos saudosistas. Pensamos a mesma coisa: Nunca mais aquelas mesmas pessoas estarão reunidas novamente.
Isso nos entristece um bocado. O coquetel de emoções que sentimos está saindo do liquidificador. A ficha está começando a cair. Tantas alegrias e vitórias contrastando com a dor da distância, que inevitavelmente vai esfriar e diminuir vínculos.
O que quebrou o gelo foram as graças teatrais do Eduardo.Enquanto ouvíamos um CD de um grupo Adventista, ele imitava as caretas que os cantores costumam fazer.
Depois, o Jaílson chegou e ficou conversando com o Eduardo. Cara, eu não ouvi quase nada. Tentaram me incluir na conversa, mas eu só lembro de ter desmaiado.
Ps: O momento mais legal do dia foi depois do almoço: Eu, Eduardo, Adiliane e Tatiane votamos abraçados cantando na calçada: "Que bom te ter aqui comigo...andar, sorrir, fazer amigos...só á feliz quem tem amigos...foi muito bom te conhecer..."
