
Diário de bordo do Projeto missionário TRANS Amapá:
Acordei lá pelas seis horas da manhã e não quis mais dormir com medo de me atrasar para a EBF. Eu estava no meu quarto tirando a rede quando ouvi o barulho de uma coisa caindo no chão.
Tomei um susto: Era um besouro de uns 10cm. O danado tinha até chifres. Depois me arrependi de não ter fotografado ele.
A EBF foi muito boa. As crianças, mais uma vez interagiram conosco e percebemos o retorno delas. Ao que tudo indica, todos compreenderam a mensagem de Jesus.

No final do culto, a irª Marcelina deu presentes para mim, para Débora e para Flor, em nome da igreja como agradecimento. Eu ganhei uma camiseta “exército de Cristo”.
Almoçamos uma omelete feita pela Dona Telma e depois tiramos um merecido cochilo. Lá pelas duas e meia, eu levantei para acabar de juntar as minhas coisas. O Seu Raimundo nos trouxe aqui de carro, mas antes, acabei de me despedir do Chico, da Marileide, e da família da irª Marcelina, inclusive a Glendinha(primeira foto).
Curiosamente, a primeira criança que eu vi naquela cidade foi a última. Vou sentir saudades daquela indiazinha.
Chegamos em Tartarugalzinho e eu fui direto ligar pra Flávia. Infelizmente, ela não estava e eu liguei pra minha mãe e pra Ana Paula. Gastei um cartão inteiro com elas.
Tive uma estranha sensação de que ninguém estava sentindo a minha falta no Rio e eu fui conversar com o Pr. Jorge. Confesso que me sentia muito sozinho. A conversa da irª Raimunda e o papo com o Pr. Jorge me confortaram muito. Ele me falou sobre a alegria no Ministério e sobre a escolha do cônjuge para o sucesso do pastorado, etc.
Mas, o homem trabalha muito! Ele supervisiona 7 igrejas no Amapá.

Fomos ao culto e eu acabei perdendo o chocolate do Brasil em cima da Argentina. Quando acabou, eu fui caçar um orelhão e encontrei o irº Henrique com a esposa, a Marcelina e a Silmara lanchando aqui na cidade.
Ele me pagou um mixto quente e um suco de maracujá.
Quando eu estava voltando, a turma estava indo em direção a mesma lanchonete. Boca livre e sorvete de graça pra todo mundo. Eh eh eh.
Depois, fomos à pracinha e ficamos cantando alguns louvores. Gravamos algumas cenas. Foi um momento abençoado.

Ps: Confisquei um mosquiteiro da irmã Marcelina e fiquei de devolver no Culto da Vitória. Ela não foi e estou com ele até hoje. ah ah ah. Se o Senhor me enviar novamente para Amapá, já sei qual será a primeira coisa a entrar na minha mala. Que pecado, né, irmão!!!???

