
Acordei umas seis e meia, fui comprar pão para o pessoal e tomamos café. Compramos o gelo e levamos para a igreja o material do painel da EBF.
As crianças foram chegando aos poucos e todas elas receberam coroinhas com as letras EBF. Inclusive eu. O trabalho foi muito abençoado e dividimos duas classes para contar a história do nascimento de Jesus. Eu fiquei com 31 crianças entre 10 e 12 anos.No total, 108 crianças participaram hoje.


Fiz uma brincadeira de corrida e salto em distância. Improvisei uns bastões e fiz “revezamento 4X100” com as meninas. Elas gostaram.
Depois, todos tomaram do sopão e foram embora.
.jpg)
A Carol (MG) chegou de moto lá do Breu e descarregou as fotos dela no lap top do Franciel. Foi embora pouco depois da EBF acabar. Mas, eu fiquei assombrado dela ter lembrado do meu nome. O contato que eu tive com ela no treinamento foi mínimo...só lembrava do rosto dela.
A Florzinha devolveu o meu cartão e me deu o meu dinheiro. Na verdade, ainda não estou acreditando que dei a senha do meu banco pra alguém. Acho que estou ficando velho e amolecido.
(Confiar nas pessoas nessa área é coisa rara na minha vida. Acho que Deus está fazendo mais mudanças no meu coração do que eu imaginava).
A turma deitou na rede depois do almoço e eu fui ligar pra minha mãe e pra D. Dalva. A Dona Sheila pareceu-me estar com saudades do filho.
Depois de conversar com a irª Inês, que trabalha no Conselho Tutelar, sobre as barbaridades que ela costuma ver os pais fazendo com os filhos, entre outros assuntos, às 14:30, todos dormimos.
O engraçado aqui é o jeito que cada um dorme. Sinto-me num verdadeiro Big Brother, aqui.
Mas, surpreendentemente, isso não me incomoda tanto quanto me incomodaria em circunstâncias normais. A privacidade é uma coisa que “não me pertence mais”, aqui.
Como dizem as irmãs, brincando. Ah ah ah.
Privacidade, água gelada, ar condicionado, internet, roupa lavada pela mamãe...
“Isso não me pertence mais!!!”

Fui fazer um estudo com a Sara e depois a MCA de reuniu aqui. Durante a reunião, eu picava E.V.A com a Flor para a EBF.
Liguei para a Flávia e contei o que Deus tem feito na minha vida aqui.Liguei para a Luciana e tive uma conversa muito boa, também.
Voltei para casa e levei as meninas para a praça para ver a quadrilha da cidade. Foi um momento cultural fascinante e o Projeto Rondon estava lá.
As fotos falam por si mesmas.
Legal também foi ver os gaúchos do Projeto Rondon dançando. Foi um choque legal de culturas.
2 comentários:
Cm certeza... quando viajamos e conhecemos outras culturas é que podemos compreender um pouco mais do Brasil... e de nós mesmos!!!
Uma bela jornada. tanto física quanto espiritual. Um bom retorno camarada.
Postar um comentário