Belém, 30 de Junho de 2007

Diário de bordo do projeto missionário TRANS Amapá;
Nosso vôo chegou em Belém às 00:51 e o primo do Eduardo estava nos esperando no aeroporto.
Jaílson nos deixou num hotel em Castanhal, cidade que fica a pouco mais de uma hora da capital. Seguimos pela rodovia BR-316 com o velocímetro entre 100 a 150 km/h. Eu achei muito legal o hotel “Durma bem”.
Ao meio dia, ele nos levou ao aeroporto e descobrimos que o vôo pra Macapá teria mais duas horas de atraso.
Por isso, fomos dar um passeio pela cidade: Conhecemos as Docas, comemos Caruru, Sushi, suco de Cupuaçu, passamos pelo Theatro da Paz( é assim mesmo que se escreve, tá, terroristas de plantão?!), comemos Castanha do Pará até que deu a hora de voltar para o aeroporto.
17:20- Chegamos em Macapá e. assim que descemos do avião, havia já alguns irmãos lá embaixo esperando os missionários com uma grande faixa.
Ficamos alojados em uma escola particular, que também funciona como faculdade, cujas salas tinham até ar-condicionado.
Em seguida, jantamos na igreja batista memorial de Macapá, onde os membros estavam dando uma festa com um ritmo bem animado de forró.
Liguei pela 3ª vez pra Flávia, liguei pra minha mãe e conhecemos o Shopping de Macapá (isso na hora da festa).

À noite, só consegui ligar para a Ana Paula, já que em Macapá é ainda mais difícil de telefonar.
Falei com eles em tom de despedida, sabendo que, nem pra Flávia, eu vou poder ficar dando telefonemas freqüentes. Essa abstinência vai me deixar doido. Eh eh eh .



Conheci uns missionários da Bahia, de São Paulo e até do Rio Grande do Norte.
Fomos dormir num bate papo bem legal.
Jaílson nos deixou num hotel em Castanhal, cidade que fica a pouco mais de uma hora da capital. Seguimos pela rodovia BR-316 com o velocímetro entre 100 a 150 km/h. Eu achei muito legal o hotel “Durma bem”.
Ao meio dia, ele nos levou ao aeroporto e descobrimos que o vôo pra Macapá teria mais duas horas de atraso.
Por isso, fomos dar um passeio pela cidade: Conhecemos as Docas, comemos Caruru, Sushi, suco de Cupuaçu, passamos pelo Theatro da Paz( é assim mesmo que se escreve, tá, terroristas de plantão?!), comemos Castanha do Pará até que deu a hora de voltar para o aeroporto.17:20- Chegamos em Macapá e. assim que descemos do avião, havia já alguns irmãos lá embaixo esperando os missionários com uma grande faixa.
Ficamos alojados em uma escola particular, que também funciona como faculdade, cujas salas tinham até ar-condicionado.
Em seguida, jantamos na igreja batista memorial de Macapá, onde os membros estavam dando uma festa com um ritmo bem animado de forró.
Liguei pela 3ª vez pra Flávia, liguei pra minha mãe e conhecemos o Shopping de Macapá (isso na hora da festa).

À noite, só consegui ligar para a Ana Paula, já que em Macapá é ainda mais difícil de telefonar.
Falei com eles em tom de despedida, sabendo que, nem pra Flávia, eu vou poder ficar dando telefonemas freqüentes. Essa abstinência vai me deixar doido. Eh eh eh .



Conheci uns missionários da Bahia, de São Paulo e até do Rio Grande do Norte.
Fomos dormir num bate papo bem legal.


Um comentário:
Ah! Eu quero ir! :OO
HAHA Bela cidade né?
Abraço!
http://poenaconta.blogspot.com/
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