Diário de bordo da viagem missionária a Miracatu-SP, 17 de Maio de 2026
Às 9h35 o pastor Wagner chegou com os irmãos de van na porta da nossa casa.
Chegamos pouco além de 12h e almoçamos.
Cuidamos das crianças enquanto os adolescentes e jovens ensaiavam uma peça. Demos maçã às crianças e nos indicaram uma sala para ficar com elas e levarmos nossas coisas.
O pastor Wagner saiu com a van e mais uns irmãos para buscar as crianças da cidade para a atividade da tarde.
Quando eles voltaram com a van, deixei Elis com as crianças na sala, onde o Bruce já estava entretido com os brinquedos e se acalmou, e fui na visita a irmã Valdina, 92 anos, fundadora da igreja de Miracatu. O pr. Wagner conduziu a visita e preguei no Salmo 121.
Voltamos, ajudei Elis a colocar a Lois para dormir no carrinho com colchãozinho que nos emprestaram e observei o Bruce no trabalho infantil que estava sendo realizado no templo.
Ele brincou de dança das cadeiras no colo da irmã Noemi - esposa do Pr. Lucas - e depois voltou para a sala onde estava a mãe e a irmã.
Tomei banho, me arrumei, e refleti um pouco mais sobre o sermão.
Antes do culto começar, orei com os irmãos que estavam à frente da programação e a liderança da igreja.
Pouco depois do culto iniciar, Elis desceu para o templo com as crianças e sentou ao meu lado. Depois o Bruce foi para a classe das crianças dirigida pelos jovens e ficou acompanhando as atividades com a irmã Noemi.
No hora da pregação, levei a Palavra baseada no texto de Mateus 5. 1-9 e o tema da mensagem foi FELIZ DE VEZ, e depois ministrei a Ceia do Senhor.
O culto foi encerrado e nos chamaram para jantar. Eu e Elis arrumamos as coisas e levamos as crianças para a cozinha comer.
Nos despedimos dos irmãos de Miracatu. O pastor João gostou muito da minha família. Foi uma benção estar aqui com esta congregação. Deus seja louvado em todo o tempo.
Ao final a irmã Olga me presenteou com um poema de própria autoria sobre o papel do pastor.
Entramos na van e seguimos viagem. Chegamos em São Caetano pouco além das 23h e o pastor Wagner nos deixou em casa, o que foi muito bom para nós, já que as crianças já estavam dormindo e cansadas.
Essa experiência missionária foi mais um divisor de águas enriquecedor para mim e para minha família. Cheguei a pensar que eu iria demorar bastante tempo para retornar a um campo missionário após os filhos, mas eu estava enganado. E, diga-se de passagem também mal influenciado.
Eu não poderia esperar para começar a levar minhas família para a Obra de Deus. É algo que o Senhor iria me cobrar no futuro. O tempo de incentivar meus filhos a amarem Missões é agora, não depois.
Tanto aqui como em Capela do Alto, só tivemos bons resultados no comportamento dos nossos filhos. O que me prova que servir ao Senhor em família é um privilégio que eu não deveria me recusar a viver por mero comodismo.
Na minha cabeça, fico limitado por conta das crianças, e a rigor fico mesmo. Porém não deixo de ser instrumento de Deus, mesmo dividindo meu tempo entre o serviço para o Reino de Deus e o cuidado para com os meus.
Neste novo tempo, fico feliz de ter aprendido esta lição.
Obrigado, Deus.




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