segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Distantes Próximos



Tartarugalzinho, 25 de Julho de 2007




Diário de bordo da Operação Missionária TRANS Amapá;


Confesso que estamos bem cansados. Hoje, saímos apenas para fazer algumas visitas. Eu e a Débora, por exemplo, não realizamos nenhum estudo.

Mais uma vez, tomamos café da manhã com a companhia do Ruanderson e do Clebson (recém betizado). O clima de despedida toma conta de todos nós e hoje à tarde não saímos para poder adiantar as coisas.







Almoçamos tarde(14:00), mas o consolo foi a sobremesa. As irmãs fritaram umas rosquinhas muito boas(açucaradas). Ninguém comeu doce com farinha, mas não acharia nenhum absurdo, não, já que nuinguém come nada sem farinha por aqui. Honestamente, não gostei muito da farinha daqui, não. Ela é empedrada. Não é fina como a que eu como no Rio: é grossa.



Quando puseram a comida na mesa e descobriram que não tinha farinha nem pimenta, foi como se o mundo tivesse acabado. Achei interessante esse choque cultural.

À noite, exibimos o filme "Deixados para trás 2". Eu nunca tinha visto, mas também não me interessei muito. Coloquei o pano branco para o telão e tive que subir novamente para amarrar as cordas.

No final, liguei para a Flávia para avisar que só ligarei na sexta. Desliguei o telefone com a sensação de que a mãe dela queria me dizer alguma coisa(a Flávia já estava dormindo).

Desliguei o telefone e ainda peguei o pessoal no mei do caminho. Levei o Ruanderson em casa a pedido da Débora.


No caminho, ele me disse que só tem 4 peças de roupa e que amãe dele não tem dinheiro para ir à Macapá buscar mais.

Quando entrei na casa dele, vi a mesma dura realidade qu vi em outras casas, hoje. (de manhã, eu fui na casa da senhora de 32 anos que tem 16 filhos e alguns netos. Foi duro ver as crianças comendo no chão)

Ao entrar na casa dele, o pequenino percebeu a minha admiração e perguntou: -" Tá com medo, irmão?" O garoto observa tudo, mesmo.

Agora, vou dormir, sabendo que o dia de amanhã será o último no interior. Vai ser complicado se despedir.

ps: Escrevi uma carta pra pequena Vanderléia, já que não poderei me despedir mais dela.



domingo, 12 de agosto de 2007

Lágrimas em Tartarugalzinho


Tartarugalzinho, 26 de Julho de 2006


Eu, Jean, Heldequias e Sara


Diário de bordo do projeto missionário TRANS Amapá;

Enquanto o pessoal está se preparando para o culto, eu resolvi vir aqui na varanda escrever o diário. Só agora está caindo a ficha que este é o último diário que estou escrevendo no campo e este será o último culto.

Amanhã, partiremos pra Macapá logo cedo. Estou convicto de que Deus cumpriu sua promessa comigo de que eu não viria em vão pra cá.

Hoje de manhã, passei na casa do Pr. Jorge para buscar a Sara para poder fazer as últimas visitas.

Antes disso, acordei antes das 7:00, fui para o lap top do Franciel copiar todas as minhas fotos e vídeos da TRANS para os meus CD´s. Estava doido para fazer isso. Na verdade, queria tanto que até pedi a Deus para não sair daqui sem copiar tudo o que eu queria. ah ah ah. Quando tudo foi concluído, o pessoal chegou da caminhada.






A Débora me ajudou a ligar a impressora e eu consegui imprimir a minha foto com a Vanderléia. Já que ela não está na cidade, deixei a carta com a foto dentro para a irª Rai entregar.

Fui com a Sara até o hospital para saber do menino, mas, sem o nome nem a data do acidente, era muito difícil saber onde ele morava.

Fomos à casa da Noemi para nos despedirmos dela, mas só consegui falar com a Suelen, irmã dela, novamente.






Voltamos para casa e eu peguei esse diário de bordo que constava o dia do acidente e, no hospital, foi mais fácil desta vez.

Encontramos o Jean de bicicleta na rua e ele nos ajudou a encontrar o menino que trabalhava no comércio da família. Conversei com ele, evangelizei, entreguei um folheto e um livro de João pra ele.

Depois, eu filmei e tiramos fotos. Foi muito legal e ele disse que irá visitar a igreja. Só hoje fiquei sabendo que o nome dele é Heldequias Brito Corrêa, de 14 anos.

Aquele acidente pode ter mudado a vida dele. É só deixar Jesus agir, agora.

Levei mais de uma semana após o acidente para procurá-lo..mais porque sabia que estava tudo bem com ele. Fisicamente, sim, mas ele ainda precisava de uma mensagem de Deus em seu coração.

O último almoço também foi muito bom. Mais uma vez, comemos Pescado com farinha, pimenta, arroz, feijão...





À tarde, encontrei a Maiane na rua vindo dizer que a sua mãe queria falar com a gente. Ajudei a fechar a contabilidade da equipe e fui pra lá logo em seguida(até porque ela tinha vindo aqui avisar que a mãe já havia chegado e estava nos esperando em casa).

Só eu fui. Alguns não podiam, outros não quiseram ir.
Falei de Cristo pra ela e percebia que ela havia se convertido, mesmo.. No final, ela chorou muito e Maiane, que estava sentada do meu lado, me abraçou forte e também chorou. Eu fiquei com um nó na garganta.

Voltei para me preparar para tomar banho e vi um monte de formigas dentro dentro da minha mala. Ou melhor, pude sentí-las, o que foi pior.

Fomos à casa da irª Sema e o marido dela aceitou Jesus. Durante o culto, foi difícil conter as crianças dentro do quarto. era muito barulheira..cerca de 30 crianças..é muito!


No começo e no final, a Maiene veio me abraçar. No final, ela me puxou e eu levei a minha orelha até ela e a pequena disse:"nada, não."

Mas, a maior travessura dela ainda estava por vir.

Saímos do culto e voltamos pra casa. Quando abrimos aporta, fomos surpreendidos com a festa que prepararam pra gente.

Sentei na cadeira com a maior vontade de chorar, até a danadinha me dizer: -" Chora, não, Tio. Chora, não!" Aí que eu desabei,mesmo.



A festa foi linda e teve muita choradeira e muitas fotos. Depois, fomos tomar sorvete pela última vez em Tartarugalzinho.
Ps: O fogão que a família do Ruanderson usa também me deu um nó na garganta. não fotografei, mas não vou esquecer aquilo nunca mais.



















Reencontrando os amigos


Macapá, 27 de Julho de 2007



Diário de bordo do projeto Missionário TRANS Amapá.

Dormimos pouco em função de termos ido pra rede muito tarde. Acordamos umas vinte pras sete. Atrasados para o ônibus.
Antes de sairmos, apareceram o Clébson, o Ruanderson e depois a Mayana para se despedirem. Eu não estava acreditando que já acabou e estávamos voltando pra capital.




Passamos em Ferreira Gomes e a equipe da Carol (SP) entrou o ônibus e foi legal revê-la.
Ao chegarmos em Macapá , vi o meu amigo Fábio(foto), o Jobson, a Thainá e vibrei ao ver o Rodrigo.
Almoçamos e, logo em seguida, eu fui pra Lan House e fiquei uma hora. Depois, fui com o ir. Lourival à Caixa Econômica, mas dessiti porque a fila estava muito grande. Tomei uma água de côco e voltei.

Quando cheguei na escola, as meninas de São Paulo me chamaram para ir ao cinema ver "Harry Potter e a Ordem da Fênix". Encontrei a Débora no meio do caminho e me disse que o povo não iria sair. Por isso, fui direto para o cinema e encontrei o povo.



Quando acabou o filme, a Priscila já estava na igreja e foi legal o reencontro. Ela ficou feliz ao me ver e conversamos um tempão na hora da janta. Enquanto iso, outros de nossos amigos iam aparecendo.





Só lamentei depois não ter ido à PIB, porque depois a turma rodou pela cidade e eu fiquei sem muita coisa pra fazer. Mas, foi legal ver o Brasil ganhar da Venezuela no vôlei masculino por 3X 0. O 1º set foi show: 30X28.

Enquanto isso, comi um hambúrguer com o ir. Lourival. Quando voltei pra escola, encontrei a Patrícia, mas já não aguentava mais de sono.





quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Dia da Vitória

Macapá, 28 de Julho de 2007






Diário de Bordo do Projeto Missionário TRANS Amapá;

Conheci o Pr. Ronan(BH) e ele me falou sobre o seu Ministério e coisas sobre o trabalho dele em Calçoene. Realizaram até um casamento.

Fomos todos tomar café e eu lembrei que não tinha levado o relatório financeiro. Tive que voltar pra escola pra pegar.

O Pr. Gerson reuniu o pessoal pra falar do Culto da Vitória e também das viagens de avião. Foi engraçado quando ele orientou a não levar couro de jacaré, cotia, semente de Cupuaçu, Açaí, porcausa da Polícia Federal.

Depois, fiquei um tempão na fila para fechar o relatório financeiro. mas, matei o tempo conversando com a galera.

O almoço foi um churrasco, mas nem deu tempo de terminar porque a Irª Lizete chamou todo mundo pra foto oficial.

Depois das últimas instruções, convoquei a turma para ir na casa do Artesão. Eu, Eduardo, Tatiane e Adiliane. Rachamos um Táxi. Começava ali o "Quarteto Fantástico". Deveria ter começado no início da TRANS.

Eu queria muito ver um índio legítimo e finalmente consegui ver um. mas, unzinho, só. Filmei ele disfarçadamente, porque ele era muito arredio.

Fomos depois ao Bradesco porque o Eduardo precisava ir ao caixa eletrônico. O legal foi que enquanto elee estava no caixa, a Adi tentava me ensinar a dançar forró. A cena foi engraçada pra nós mas, com certeza, muito esquisita para os nativos.

Na saída, uma menina de Macapá cantou o Eduardo.

Rachamos outro Táxi para a escola e tomamos banho para ir jantar. Mas, desviamos da escola e fomos para o shopping comer "Trio Big Bob". Isso depois de sairmos da la House.
Foram momentos muto divertidos entre a gente. Isso sem falar que me chamaram para a Bolívia em janeiro. Quero muito ir, se Deus permitir.

Enquanto isso, o Brasil ganhava o revezamento 4X 100 no atletismo. Vibrei muito!

Conseguimos informação e fomos andando para a PIB de Macapá. No caminho, muita zoeira. Caramba...os últimos momentos da TRANS; O último culto. Ainda não assimilei bem isso, não.

O Culto da Vitória foi uma bênção! Antes, compramos o DVD da TRANS por R$ 10.00. Sentei ao lado do Eduardo mas, depois, tivemos que sentar no púlpito porque a igreja lotou.

Na hora do louvor, teve um momento bem legal, onde ficamos fazendo coreografias: Eu, Eduardo , Tatiane, Adiliane e Alessandra. Ficou tão legal que filmaram a gente para o DVD oficial.

Eu não estava me reconhecendo. O dia foi incrível, mesmo. E todo o culto foi abençoado por Deus. Definitivamente, sou um novo homem.

Exibiram cenas do DVD provisório da TRANS e eu só apareci uma vez, infelizmente. mas, tudo era festa.

Quando acabou, fui me despedir de um bocado de amigos. Tem uma galera que partiu a uma e meia da manhã e outra, duas e meia. A próxima, só às cinco da manhã, mas o povo já está lá.

Falei com a Débora, a Denise, o Franciel, a Carol(MG), O Fernando, a Rejane, Vanessa, Priscila(RN), Patrícia, Jardel(BA), Cristian(SC), a irª Raimunda e o pai dela. Mas, não deu pra falar com a Sara, porque ela sumiu.

Depois, juntei a galera que ficou e fomos numa pizzaria. Foi muito show! Eu me soltei e mostrei o melhor de mim que sempre quis mostrar às pessoas. Obrigado, Senhor, por me proporcionar isso.

A diversão rolou solta mais uma vez. Agora, não era mais só o "Quarteto", mas tinha o ir. Lourival, Micheli, Priscila(SP), Eduardo(SP), Carol, Mateus, Fábio, Lauriene, Vítor,Taila e Cristiane(SP).
Curiosamente, não aguentei nem com 2 pedaços de pizza, mas entornei três latinha de refri. Saudades do Rio, sabe...?

A galera sabia que aquele era um momento especial, então ,aproveitamos cada minuto. Hoje, pela primeira vez, zoamos os paulistas com o sotaque deles.( "Vem pescair...")

Voltamos para a escola (2:00 am) e continuamos a conversa. Foi interessante, mas as histórias da Acsa(AP), nós não conseguimos entender muito bem.

Sei que as transformações que Deus fez em mim são permanentes. Só quero vigiar para não esfriar na fé.

ps: Quase esqueci de mencionar que comprei 2 cordões indígenas e que conheci a Lindalva. Ela me abordou no meio da rua. Minha oração é que ela seja liberta para Cristo o quanto antes.


quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Adeus, Amapá!

Belém, 29 de Julho de 2007



Eram mais de 9 horas quando o Eduardo me acordou. Fomos os últimos a levantar...todo mundo já tinha ido tomar café. Arrumamos as nossas malas, pegamos a Tatiane e fomos.

Ao chegar na igreja, a EBD já havia começado e não tinha mais café da manhã. Acabamos indo tomar café na "Casa do Pão de queijo". Comemos pão de queijo com morango ao leite e a Tatiane tomou abacaxi com hortelã.
Depois ,a Adiliane chegou e o "Quarteto Fantástico" estava completo novamente. Chamamos o Vítor, rachamos outro táxi e fomos ao marco Zero.

Foram momentos muito legais. Na verdade, eu preferi viver aquele momento do que ficar refletindo que era o último.

Voltamos para a igreja e almoçamos. E lá estava o meu feijãozinho preto que eu tanto queria( as irmãs só fizeram porque eu havia comentado ontem. Adoraram o sorriso no meu rosto).A proveitei para ir me depedindo do povo. Algus só sairão daqui de Macapá, amanhã. A turma de São Paulo: Mateus, galo, Geórgia, Priscila, Micheli, Carol, Taila... eu me despedi desse povo umas três vezes de cada um.

Fomos ao aeroporto e pegamos o mesmo vôo que a Luciene e a Lauriene. Nós quatro conversamos no saguão, já que houve um atrasozinho. Também estavam a Beth, a Gisele e a irª Leda (que chamou o povo pra Bolívia).

Tiramos fotos lá de cima da Floresta e do rio Amazonas. MInha câmera já está com a memória sobrecarregada, mas já acabou, mesmo...

Descemos do avião e nos despedimos da lauriene e da Luciene. elas vieram no mesmo avião que nós. Estavam indo pra Brasília e, em Belém, eu e o Eduardo tivemos que descer.

Tiramos uma foto com as duas e eu me despedi da Beth que estava lá atrás. A irª Leda desceu com a gente para fazer conexão para Fortaleza. No saguão do aeroporto, ainda estava a abençoada irª Elza.



O Jaílson mandou um táxi buscar a gente aqui no aeroporto de Belém. Quando chegamos no aprtamento dele, ele ainda estava saindo da praia e tivemos que esperar um pouco até ele chegar.

Ele chegou com os amigos, fez janta pra gente e gostamos muito. Definitivamente, não há tempero melhor que a fome.

O Jaílson saiu com o três amigos dele e eu aproveitei pra sair pra comprar cartão. Andei a beça, com medo por não conhecer o lugar Liguei pra minha mãe e pra Flávia pra avisar que (hoje eu consegui comprar minha passagem pelo telefone) chego quarta-feira.


Só não disse a minha mãe que vou pela TAM, senão, ela é capaz de ficar preocupada.

Agora, estou aqui com o Eduardo conversando sobre a TRANS. O projeto acabou ontem e já estamos saudosistas. Pensamos a mesma coisa: Nunca mais aquelas mesmas pessoas estarão reunidas novamente.

Isso nos entristece um bocado. O coquetel de emoções que sentimos está saindo do liquidificador. A ficha está começando a cair. Tantas alegrias e vitórias contrastando com a dor da distância, que inevitavelmente vai esfriar e diminuir vínculos.

O que quebrou o gelo foram as graças teatrais do Eduardo.Enquanto ouvíamos um CD de um grupo Adventista, ele imitava as caretas que os cantores costumam fazer.

Depois, o Jaílson chegou e ficou conversando com o Eduardo. Cara, eu não ouvi quase nada. Tentaram me incluir na conversa, mas eu só lembro de ter desmaiado.

Ps: O momento mais legal do dia foi depois do almoço: Eu, Eduardo, Adiliane e Tatiane votamos abraçados cantando na calçada: "Que bom te ter aqui comigo...andar, sorrir, fazer amigos...só á feliz quem tem amigos...foi muito bom te conhecer..."

A cartela de Paracetamol


Ananindeua, 30 de Julho de 2007
Eu e o Eduardo fomos à Lan house e eu passei boa parte do tempo adicionando o povo da TRANS no orkut.
Depois do almoço, saímos com o Jaílson e passamos a tarde toda com ele. Andamos pelo centro da cidade e ele pagou um sorvete de Cupuaçu pro Eduardo e um de Bacuri pra mim.
À noite, jantamos e eu fui dormir. Não estava me sentindo muito bem.
Usei o paracetamol que a Mônica me deu. ela me disse que eu iria precisar. Se não tivesse levado fé, teria ficado com febre.
Obrigado, Mônica. Por isso estou colocando a sua foto aqui em sua homenagem. Obrigado por ter partido a sua cartela de Paracetamol ao meio pra me dar. Passei a TRANS toda sem precisar, e antes de chegar no Rio, precisei. Valeu!

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

O Diário Final





Ananindeua, 31 de Julho de 2007





Acordei me sentindo mal ainda. Precisei comprar uns remédios na farmácia e aproveitei para ir na Lan house. Depois, o Eduardo chegou.
Como não estava bem, dormi boa parte da tarde depois do almoço. Acordei e fui ligar pra Adiliane, Paulinha, Flávia , Priscila, Tatiane e também pra minha mãe.

Ainda não estou acreditando que vou embora amanhã. Quero muito chegar em casa. Antes, eu estava no projeto e a vontade de ir pra casa era menor.

Eu e o Eduardo compramos pão, suco de uva e lanchamos. Em seguida voltamos à Lan House.

O que dizer dessa TRANS? O que significou pra mim? Só sei dizer que Deus abençoou a minha vida no Amapá e que ele quer o melhor para esse servo.

Só tenho a agradecer pela transformação que ele causou e minha vida espiritual. Não tenho como não dizer que sou um novo homem.

Durante todo o mês, o Senhor usou pessoas e circunstâncias para falar comigo e me ajudar a fazer a sua vontade. Situações adversas aconteceram, mas ele não me deixou faltar nada.

Quando eu ouvia o novo CD do Grupo Logos com a canção "Pescador", eu não tinha noção do quanto ele falava comigo:




"... mas deixou claro que havia algo importante a ser feito. Mas, para que esse algo eu conhecesse era preciso andar junto com ele; e necessário pensar os seus pensamentos; e amar pessoas com o seu amor e conhecer também de perto a dor e os vales mais profundos. Provar aos poucos uma solidão e o desamparo desse mundo e aprendendo assim, a depender a cada dia mais de suas mãos."

Vivenciei tudo isso e amo mais ainda o Senhor porque ele permanece fiel.

Uma semana antes de eu viajar, o Zezinho me deixou um scrap no orkut:

"Aquele que leva a preciosa semente andando e chorando, voltará certamente com alegria, trazendo consigo os seus molhos."
(Salmo 126:6)

Ah, como isso é verdade! Agora penso no que deus vai fazer por mim. Agora, eu sei o quanto é bom priorizá-lo. Não estou mais ansioso com nada. Só quero aceitar a Sua vontade na minha vida.

Agora, estou aqui ouvindo as graças do Eduardo. Na verdade, passei a tarde toda ouvindo ele. Ele ficou fazendo pantomima, no melhor estilo Charlie Chaplin. E também ficava interpretando com as músicas de suspense narrando com músicas de despedida.



Agora, ele está com uma sacola na boca imitando um culto ao ar livre como se estivesse com um microfone ruim. cantou músicas do Cantor cristão e imitou anúncios da "Sessão do Descarrego". Eu tô me escangalhando aqui. Se eu for pra Bolívia, não vou ficar perto desse cara, não. eh eh eh.

O Eduardo foi um amigo que eu fiz que eu já tinha. Antes da TRANS, não éramos tão amigos como somos agora. Formamos uma dupla muito querida no projeto. Pessoas de outros estados que não gostavam de cariocas reviram seus conceitos por nossa causa. O nosso comportamento simpático e amigável com todos lavou o nome do Rio no projeto.

Estamos um pouco pensativos no que diz respeito ao "retorno à realidade". Tenho por mim que a realidade não será tão dura assim.

Quando eu era embaixador do Rei e ia ao Sítio do Sossego, tinha a sensação de estar acordando de um sonho quando chegava em casa. Agora, sei que o sonho vai continuar porque as transformações do Senhor na minha vida foram muito reais e posso viver uma vida repleta de novos sonhos e possibilidades.


Se eu irei à Bolívia ou à Inglaterra, ou até à África. não me importo. Sei que o Senhor irá bater o martelo em breve. Quero muito ir pra Bolívia em janeiro, mas não sou eu que tomo essa decisão. Ele vai tomar porque é o primeiro interessado na minha felicidade.



FIM

quinta-feira, 9 de março de 2006

TENTEI



Eu bem que tentei fotografar esse Flamingo, mas não consegui.

MINAS 2006



Estive em minas mais uma vez, neste carnaval e foi uma grande bênção na minha vida. Estes dois são Afonso e Dorli: O casal que me recebeu e me tratou como se eu fosse membro da família.

Eles são o sogro e a sogra do pastor da minha igreja.


Exaltado seja Deus por estas vidas.

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Vício é um negócio sério...



Não parei mais de acompanhar os episódios de "Plantão Médico " desde que comecei a ver a quinta temporada no Warner Channel.

Fiquei fascinado com algumas questões éticas que são levantadas. Como bom Filósofo, tive que me apaixonar com assuntos tão essenciais e tão cruciais com relação à vida humana.






MINAS 2006

No último dia 13 de outubro, eu fui à cidade de Palma, em Minas Gerais. Olha, eu devia ter levado água mineral, porque quem bebe daquela água não quer mais saber de outra coisa.
Galera do bairro de Itapiruçu: Se Deus permitir, estarei de volta em 2006, já no carnaval!!

Minas é bão dimais!!!!