sábado, 20 de dezembro de 2008

Dia de Folga

Santa Cruz de La Sierra, 14 de Janeiro de 2008



Diário de Bordo da Cruzada evangelística Salvación para Todos: Missão Bolívia II.

DIA DE FOLGA

Acordamos cedo, tomamos café e partimos para o nosso “dia libre”.

A turma resolveu comprar algumas coisas. No meio do caminho, percebemos que Santa Cruz é uma cidade que você conhece andando em círculos.

Ao chegarmos na praça principal, encontrei o povo...mas, o Eduardo já tinha ido embora. Fomos almoçar num restaurante, mas eu odiei a comida.

Acho que essa foi a razão pela qual eu me aborreci com a Palôva, depois. Foi uma situação chata, mas não quero registrar aqui para não poder relembrar mais tarde nem ficar remoendo.

Falei com a Lauriene, com o Wanderson, mas perdi a paciência com as irmãs indo de loja em loja. Para não me estressar mais, peguei um micro e fui para a igreja 1º de Maio.

Chegando lá, não tinha ninguém e eu conheci a Vânia e o Francisco. Foi bom demais conversar com eles. Fiquei de queixo caído de tão politizada que ela é. Contou-me muitas coisas sobre a atual situação da Bolívia. Coisas que não posso mencionar aqui.

De qualquer modo, jamais me esquecerei daquela cruzeña legítima olhando nos meus olhos e dizendo com tanta segurança o que achava ser o melhor para o seu país.

O problema na Bolívia vai muito além de uma situação política. Quem só assiste o Jornal Nacional, não faz a menor idéia do real problema do que eles atravessam.

Saí da igreja “primeiro de Maio” e vim para casa tomar banho. Antes de chegar,encontrei o José Luiz no momento em que temia estar perdido na rua. Vi também a hermana Ana e ela me disse que seu filho Fernando poderia me levar na igreja.

Tomei um banho merecido e , antes de partirmos, a irª Ana me contou o testemunho de sua filha Bianca que foi atropelada, ficara embaixo do caro e sobreviveu miraculosamente sem um arranhão.

Lá na festa, eu me diverti muito. Falei com todo mundo e o Caio me fez experimentar o Chá de Coca. É gostoso quando se põe açúcar. É um chá como outro qualquer. Em Santa Cruz, vimos a camiseta: “Coca no es droga.” Trazer uma dessas e usar lá no Brasil deve dar cadeia, mas aqui o contexto é outro.

Brinquei com todo mundo na festa. Foi legal falar com a Valquíria(BA), o Victor e boa parte da turma que eu vi na praça ontem. Na hora que eu já estava saindo, chegarm a Luciana, o Júnior e a Taty.

Conversei com alguns jóvenes bolivianos do lado de fora e uma señorita queria saber se eu era casado ou solteiro

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