Santa Cruz de La Sierra, 12 de Janeiro de 2008
Diário de bordo da Cruzada evangelística Salvación para Todos: Missão Bolívia II.
Saímos para visitar alguns jovens afastados e aproveitamos para convidar alguns para a tarde desportiva. Foi muito bom conhecer o José Luiz, cujos pais não são crentes, nem os irmãos, nem a namorada. E também conhecemos a D. Cecília, que tem diabetes, não enxerga direito e não vai mais a igreja por medo de cair na rua.
Quando chegamos, ela estava limpando a terra de seu corpo porque havia acabado de levar um tombo.
O Pr. Euler chegou depois do almoço aqui na casa e nos trouxe a bola de vôlei que precisávamos para o esporte desta tarde.
A programação foi surpreendente. Realizamos um torneio de vôlei com 4 equipes de 3 pessoas e a corridinha de revezamento 4 x 100. Para mim, o momento mais legal, pois eu amo essa modalidade.
Depois das competições, tivemos uma recreação com futebol e eu pude brincar também. Matei o povo de rir com o meu jeito de falar espanhol. A Palôva disse que eu tô parecendo o padre Quevedo.
Levei um baita tombo dentro da “cancha”. Caí de “cola” no chão. Parecia que todo o peso do meu corpo foi amortecido “lá”. Até tiraram uma foto minha levantando cheio de dor.
Depois, as meninas também bateram a bolinha delas. Antes disso, enquanto eu jogava, eu me exibia dizendo que eu era o Kaká todas as vezes que tocava na bola, pero Kaka no esta muy bien hoy. Ah ah ah. As crianças não entenderam direito e pensaram que Kaká fosse outra coisa, diferente do nome do craque brasileiro. Ah ah ah!
Depois da janta (ou melhor, da pizza maravilhosa com Coca-Cola que nos serviram), fomos ao culto e ele serviu para que mostrássemos um pouco da cultura brasileira. No final, servimos mousse de maracujá.
Tirei várias fotos com a turminha enquanto o povo jogava vôlei lá fora. Saí de lá, fui tomar um refrigerante e encontrei os vizinhos que disseram querer nos ouvir falar de Jesus para eles. Infelizmente, eles não nos procuraram quando fazíamos culto no quintal.
Ps; Liguei para a Renata e ela quase caiu pra trás quando eu disse que eu e o Dudu ainda estávamos na Bolívia: “Mãe, mãe! É o Wagner!!! Ele ta me ligando lá da Bolívia!!!”

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